Estoque parado é um dos desperdícios mais visíveis, mas que raramente é calculado em valor financeiro real — a maioria das empresas olha estoque como “segurança”, sem contar o custo de mantê-lo parado.
O custo escondido do estoque parado
Além do espaço físico ocupado, existe capital que já foi gasto pra comprar aquele item e que só vira dinheiro de volta quando ele é vendido — enquanto isso, esse dinheiro não está disponível pra nenhum outro uso.
Exemplo prático
Uma loja de material de construção com R$ 50 mil em produtos de baixo giro parados no estoque tem esse valor “congelado” — dinheiro que poderia estar pagando fornecedor com desconto à vista, ou investido em produto de giro mais rápido.
Por que estoque de segurança não é desculpa pra qualquer excesso
Ter alguma margem de segurança faz sentido pra itens de alta demanda e prazo de reposição incerto — mas manter estoque alto “porque sempre foi assim”, sem basear isso em dado real de giro, é desperdício disfarçado de prudência.
Como começar a medir isso
Calcule o giro de estoque (quantas vezes o estoque é renovado por ano) por categoria de produto — itens de giro muito baixo são os primeiros candidatos a revisão.
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